🌊Conheça a Lagoa de Óbidos: um passeio sustentável na região Oeste.

⚓Crónicas Oestinas. Óbidos é uma localidade, gentil e pitoresca, da região Oeste de Portugal tem muito mais do que o seu magnânimo Castelo, as imponentes muralhas e o antiguisismo burgo medieval. Tem  uma lagoa, flamingos, humildes pescadores e trilhos pedestres “marcados” para serem gozados em  total comunhão com a natureza.  Ã‰ um postal turístico de Portugal e, particularmente, da região Oeste. Continua a ser hospitaleira, e acolhedora, para quem ali vai tomar banhos de mar, caminhar nas suas margens e divertir-se a realizar desportos náuticos.

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Conteúdos do Artigo (Índice)

  1. A viagem.
  2. Próxima paragem: pela Linha do Oeste até Óbidos.
  3. Turismo de Natureza: um passeio pedestre pelas margens da lagoa.
  4. Passeio de barco pela lagoa. Os desportos náuticos e o barco tradicional da lagoa: as bateiras.
  5. As gentes da lagoa: os pescadores e os mariscadores.
  6. Epílogo final.

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1 | A viagem.

Tinha chegado o ameno Outono e com ele um convite para passarmos mais tempo ao ar livre. Uma visita sustentável (e diferente) à Lagoa de Óbidos, a convite da Liga para a Proteção da Natureza (LPN), no âmbito da divulgação do futuro Centro Interpretativo da Lagoa de Óbidos (CILO). Trata-se de um projeto dos Municípios de Óbidos e das Caldas da Rainha e do Conselho da Cidade – Associação para a Cidadania, com coordenação da LPN, onde o objetivo é “abordar, divulgar e estudar diversas áreas do conhecimento como a ecologia, biologia, história, sociologia e etnologia da Lagoa de Óbidos”, refere a guia Rita Martins, uma das responsáveis do acompanhamento das atividades do futuro CILO.

Foi um feliz e sugestivo convite para conhecer um espaço natural e um postal turístico da região Oeste. Para mim, a Lagoa de Óbidos resumia-se sempre a uma fugaz visita às praias da Foz do Arelho para efetuar rápidos registos fotográficos e apreciar a vista para o maior sistema lagunar, com a companhia de um boa chávena de café, desde o INATEL. Gostamos de boas causas. E se forem causas sustentáveis ainda melhor. Aceitamos, assim, o repto para percorrer as silenciosas margens e as águas calmas da Lagoa de Óbidos.

2 | Próxima paragem: pela Linha do Oeste até Óbidos.

Logo de manhã, numa manhã fresca e fria, como são as manhãs típicas da região Oeste, faço-me à estrada pela centenária Linha do Oeste. Aguardo, imparcialmente, na antiga Estação de Runa, hoje apeadeiro, a chegada da barulhenta automotora diesel da Série 592 da CP, conhecidas na giria ferroviária como as “Camelo”. Estas automotoras, alugadas a Espanha (RENFE) percorrem o troço ferroviário do Serviço Regional da CP, entre Sintra-Meleças e a Figueira da Foz.

Viajar de Comboio, hoje em dia, nunca fez tanto sentido. Podemos contemplar a paisagem, dialogar com outros passageiros ou ter as leituras em dia. No meu caso, opto por contemplar a paisagem envolvente, entre os concelhos de Torres Vedras e Óbidos, onde observamos vinhedos, pomares, moinhos, castelos, quintas, entre outros.

Chego ao meu destino: Óbidos. A Estação, apesar do seu estado de abandonado e degradação, é decorada, como grande parte das estações de caminhos-de-ferro do nosso país, com belos e simples azulejos (da autoria de José Vitória Pereira, datados de 1943 e saídos dos fornos da fábrica da Viúva Lamego), que mostram os diversos ex-libris do concelho oestino de Óbidos, onde se inclui, claro, o burgo medieval, as muralhas circundantes, a porta da vila, o pelourinho e, claro, o Castelo. Infelizmente, a Lagoa não tem lugar d destaque na arte azulejar.

Antes de entrar pela  muy nobre e sempre leal Vila de Óbidos adentro, subindo a vertente escarpada do Castelo, opto por contemplar mais uma vez a centenária Estação e a vastidão da Várzea da Rainha. Hoje, a hortofloricultura e fruticultura florescem no lugar onde, em tempos idos, os baixios lagunares chegavam ao sopé da vila de Óbidos.  

A formidável pequenez do ser humano e do poder da natureza. Atravesso a Rua Direita, uma das belas ruas de casario medieval do nosso Portugal Medieval, onde impera o azul e o amarelo, rumo ao ponto de encontro que me levará para um passeio sustentável pelas margens e interior do maior sistema lagunar de Portugal.

3 | Turismo de Natureza: um passeio pedestre pelas margens da lagoa.

A Lagoa de Óbidos é alimentada por água doce, através dos afluentes, os rios Arnóia e Real. Com cerca de 6,9 km2, com cotas que variem entre o meio metro e cinco metros, a profundidado média de dois metros. É a mais extensa sistema lagunar de Portugal, e uma das mais importantes zonas húmidas do nosso país, estendendo-se para montante, por dois canais: para Oeste pelo Braço do Bom Sucesso (Óbidos – Vau) e para Este pelo Braço da Barrosa (Caldas da Rainha – Nadadouro).

Este sistema lagunar costeiro comunica, uma vez por ano, com o oceano atlântico através de uma abertura artificialmente: a “Aberta”. Entre a Primavera e o Verão, a “Aberta”, como lhe chamam as gentes locais, é essencial para evitar o assoreamento da Lagoa de Óbidos, bem como assegurar as trocas de água, sedimentos e espécies piscatórias entre o espaço lagunar e oceânico.

É também um território de Avifauna: o berço da biodiversidade deste ecossistema lagunar. O Braço da Barrosa, um dos canais a montante da Lagoa, é o habitat ecológico, de fauna e flora riquíssima, onde se destacam, a comunidade avifaunística local (a garça-real, o pato-real, o perna longa, garajau, garça-branca pequena, entre outras), as espécies piscícolas (a tainha, a solha, o robalo, a enguia ou a dourada) e os bivalves (berbigão, o mexilhão ou a amêijoa). E com a chegada do Outono, as aves migratórias “povoam” o Braço Sul da Lagoa de Óbidos. Este factor é um dos motivos para a vinda dos amantes da observação de aves – birdwatching – ótimas condições para a observação e fotografia. E os flamingos que povoam as águas são presença regular nestas latitudes.

Muitas aves, onde se incluem os flamingos, procuram refúgio e alimento nestas latitudes. Ao longo do trilho pedestre vemos inúmeras aves em voo sobre as águas, silenciosas e calmas, da lagoa. Todavia, os flamingos – um dos ex-libris da Lagoa de Óbidos – não foram as únicas espécies registadas nessa manhã pelo meu olhar atento e pelo pormenor da minha lente fotográfica.

As atividade de outdoor fazem parte da oferta de Turismo de Natureza da Lagoa de Óbidos. Existem inúmeros circuitos pedestres, incluindo torres de observação, que percorrem as margens para observação da fauna e flora endógena. Trata-se de um dos melhores locais do continente europeu para a obersevação de aves, atraindo cada vez mais amantes deste tipo de turismo sustentável, associado à Natureza. É o caso do Trilho dos Patos Reais (PR6), com circuitos marcados e bem cudiados, onde podemos percorrer as margens da foz do rio real.

Este percurso pedestre, de acesso fácil e prático, é um convite à imersão na fauna e flora da Lagoa. Durante o percurso, simpaticamente guiado por Luís Negrita, dono de uma empresa de animação turística de caminhadas e transfers: a Passa Montanhas – Trekking & Tours Experiences. Elucida-nos sobre os pormenores geográficos e naturais que pontificam e povoam a paisagem lagunar, onde destacamos, a presença de aves aquáticas, nomeadamente os flamingos. São o ex-lbris e têm  uma presença regular no braço da Barrosa.

A Avifauna é fundamental para a manutenção do papel ecológico desta zona húmida. Destacamos, entre inúmeras espécies, as mais conhecidas: a garça real, o pato-real, perna longa, garajau, garça-real, entre outras. Conta-se que, no século XVIII, o monarca D. João V praticava a pesca à tainha, com recurso a um fuzil.  A real figura detinha um cais próprio – o cais real – para praticar o seu passatempo. Era uma forma de distrair-se da burocracia estatal e dos mexericos cortesãos de Lisboa, enquanto vinha curar-se das maleitas nas termas das Caldas da Rainha. Infelizmente, na atualidade, existem parcos vestígios materiais da localização do Cais Real, situado neste recanto da lagoa. Deixamos, assim, o Braço da Barrosa, em busca de outros motivos de interesse.

4 | Passeio de barco pela lagoa. Os desportos náuticos e o barco tradicional da lagoa: as bateiras.

Nas proximidades da Quinta do Bom Sucesso, freguesia do Vau, o almoço é servido num restaurante local: o Covão dos Musaranhos. Com inúmeras iguarias típicas, locais e regionais, associadas à faina fluvial e marítima, sou ofertado com uma vasta ementa, onde o nosso destaque vai, pois claro, para as enguias fritas, arroz de tamboril, perca do forno com batata frita aos quartos ou a sugestiva caldeirada de enguias à moda da lagoa. Optamos pela última. O café foi saboreado, com uma animada e proveitosa conversa sobre o pressente e o futuro das atividades de animação turística, associadas ao turismo de natureza e de aventura, bem como as potencialidades futuras da Lagoa nestes sectores turísticos.

Prosseguimos a nossa visita com uma das razões da nossa visita à Lagoa de Óbidos: o passeio numa embarcação sustentável – movida a energia elétrica – para percorrer as extensas e tranquilas águas da Lagoa de Óbidos. Francisco Azevedo e Castro é o comandante que desbrava as silenciosas e calmas águas da Lagoa, que por vezes, não deixam de ser traiçoeiras. O filho Miguel Azevedo e Castro, responsável pela única empresa que faz passeios fluviais pela Lagoa de Óbidos: a Intertidal – Natureza & Aventura. Relata-nos os pormenores e as curiosidades históricas, biológicas, etnográficas e geográficas do mais extenso lagunar de Portugal. Revela-nos memórias de infância, tais como, a prática de pesca ao candeio que “esta deveria ser merecedora de preservação para memória futura”,  confidencia-nos.

No horizonte, pontificam as famosas bateiras. Estas embarcações tradicionais, coloridas e com nomes sugestivos, começaram, primeiramente a serem usadas na apanha do limo para fertilizante agrícola. Era uma atividade rentável. Posteriormente, estas embarcações típicas da Lagoa de Óbidos foram usadas para a captura de bivalves e apanha de peixe pelos primeiros habitantes da lagoa: os varinos. De convés aberto, as bateiras podem ser operadas com motores de combustão ou, em caso de avaria, utilizar o método tradicional: o recurso a uma vara comprida. Por momentos, o aprendiz de viajante é transportada para Veneza. Pura fantasia de uma fértil imaginação. De dois em dois anos, quando se encontram ressequidas, são imersas em água, para, posteriormente, serem pintadas.

E continuamos o passeio. A lagoa proporciona ótimas condições para as crianças nadarem, além do imenso areal permitir a prática de desportos, particularmente, os desportos náuticos. As águas tranquilas e ventosas são propícias à pratica de um desporto muito particular, como aventureiro, o kitesurf. Não esquecendo as competições de vela, o windsurf, a canoagem e, mais recentemente, o Stand Up Paddle (SUP). Nas proximidades existem inúmeras embarcações que sofreram naufrágios e encalharam no mar traiçoeiro, das quais destacamos o navio “Roumania”, afundado em 1892, na foz do Arelho, descoberto recentemente pelo filho da terra, o mergulhador Miguel Azevedo de Castro. As gentes oestinas, particularmente, da Foz do Arelho viram inúmeros embarcações encalhar e aviões da II Guerra Mundial amarar no extenso areal da Foz do Arelho.

5 | As gentes da lagoa: os pescadores e os mariscadores.

Depois de uma tarde solarenga, a jornada sustentável finalizou com uma visita à etnografia local e as gentes que animam as tranquilas e calmas águas lagunares. Os pescadores e mariscadores foram os primeiros habitantes destas paragens. Denominava-se de “Varinos”. Em tempos idos, eram estes homens, laboriosos e simples, que viviam nas margens e percorriam com recurso a bateiras as extensas águas da lagoa.

Os varinos, homens forte e de condição simples, passavam largas temporadas na Lagoa de Óbidos. A época de faina fluvial decorria de Maio e Outubro. No Verão abalavam para a rentável pesca da lagosta ao largo da costa de Peniche. Inicialmente, os Varinos, viviam e cozinhavam nas suas “casas flutuantes”: as bateiras. Segundo fontes documentais e orais, as primeiras referências as “Varinos” reportam-nos para as décadas de 20 e 30 do século XX. Mais tarde, estes “nómadas” começam a construir habitações simples, com recurso a matérias-primas locais, tais como, os caniços, para acomodar os aparelhos de pesca e para dormir durante a época piscatória. Era uma vida dura e difícil, visto que estas habitações frágeis, quase primitivas, não tinham água canalizada nem eletricidade. Eram as famosas “Cabanas” ou “Barracas do Varino”.

Ainda hoje, nas margens sul (freguesia do Vau) e  norte (freguesia de Nadadouro), podemos encontrar as habitações tipicas – as cabanas  –  utilizadas pelos “varinos” para acomodar os apetrechos de pesca e para  habitação. É uma tradição que o pescador Valdemar Lopes, com a ajuda dos voluntários da LPN, mantêm o património “edificado” e a etnografia local, associada às memórias da lagoa.

Nas proximidades de uma típica aldeia da região oeste, a Aldeia da Lapinha, freguesia do Vau,  o mariscador “Chico Nega” e a sua mulher, Deolinda, fazem as “honras” da casa, visto que o pescador Valdemar Lopes não esta presente. O casal de pescadores, simpático e sorridente, recebem-nos na sua “cabana típica”, situada na Poça Pequena, com uma música tradicional portuguesa, tocada com a velhinha harmónica.

A alegria de “Chico Nega”, o único pescador da lagoa a ter um canal com a sua alcunha. Trata-se de um exemplo vivo da dureza e exigente das gentes piscatórias que ainda retiram uma parte do seu sustento, apesar de reformados, desta zona húmida. É o amor à lagoa que o agarra a continuar as atividades piscatórias e a apanha de moluscos.

A apanha de moluscos bivalves continua a merecer um lugar de destaque na economia das populações locais de mariscadores do Vau e do Nadadouro.  Ainda hoje, existe a tradição da apanha das enguias na Sexta-feira Santa. Para quem gosta de história e etnografia local, as gentes que tiram o seu sustento da Lagoa são fontes orais. Chico Nega relata-nos a diminuição da quantidade e variedade de espécies de peixe e marisco na Lagoa.

6 | Epílogo final.

Para finalizar o solarengo dia na Lagoa, opto por tomar uma bebida refrescante em alguns confortáveis bares (na marginal muito bem arranjada) da Foz do Arelho. Por fim, escolho o Hotel da INATEL, onde as vistas são convidativos para contemplar um solarengo e prolongado pôr-do-sol sobre o areal, extenso e largo, da Lagoa de Óbidos. De excecional rara beleza humana e natural. É impossível pintar este belo quadro humano e natural. Nem Josefa de Óbidos, uma amante da natureza morta barroca, a pintou! Todavia, podemos contemplá-lo por muitos anos. Urge preservar e divulgar as potencialidades desta Lagoa Oestina, contra a constante poluição, construção civil de casas de veraneio e à pressão dos grandes empreendimentos turísticos. Percorrer e conhecer o maior sistema lagunar de Portugal é, como aprendiz de viajante andarilho, um genuíno convite ao relaxamento e imersão na natureza, particularmente, da região Oeste. Como antigo Escuteiro, nunca esqueço a antiga máxima de Robert Baden-Powell: “Procurai deixar o mundo um pouco melhor do que o encontrastes”. Escreveu o fundador do Escutismo na última mensagem, publicada na obra “Escutismo para Rapazes”.

Um Hino de louvor à Natureza sublime! Um Hino de louvor à (des)conhecida Lagoa que beija o mar! Um Hino de louvor às suas humildes gentes!

Fim da jornada.

🔗Para mais informações:

No mapa abaixo encontra a localização exata de todos os lugares visitados ao longo do artigo, bem como dos agentes de animação turística e entidades que participaram neste passeio pela Lagoa de Óbidos. Apesar de ser um pequeno concelho da região Oeste, não falta o que ver em Ã“bidos para um dia de viagem. Veja o site oficial do Turismo de Óbidos para outras sugestões de visita e informações aprofundadas sobre este destino.

🚘 Como chegar:

A vila de Óbidos goza de uma localização privilegiada, estando localizada a cerca de 80 quilómetros a norte da cidade de Lisboa. Recomendamos a utilização de transporte individual e público, nomeadamente:

cARRO

Para quem se desloca de Lisboa (e do Sul), a melhor forma é seguir pela autoestrada A8 na direção “Norte” e sair na primeira saída (Saída 15) para “Óbidos”. Para quem se desloca do Norte, vindo pela A8, deve sair na segunda saída para “Óbidos”. Já para quem vem do interior do país, pela autoestrada A15 (com início em Santarém), deverá depois seguir pela A8 na direção “Sul” e sair na primeira saída para “Óbidos”. Pela estrada nacional o acesso à Vila é efetuado pela EN8.

cOMBOIO

O transporte ferroviário é outra das alternativas para quem pretende visitar a vila medieval. A estação ferroviária de Óbidos fica a menos de 1 km metros do centro histórico. Caso opte por este meio de transporte e vier do Sul, apanhe a linha do Oeste (cerca de duas horas e meia entre Lisboa e Óbidos). O mesmo se verifica se vier do Norte: Apanhe a linha do Oeste (passando pela Figueira da Foz ou por Coimbra B em direção a Leiria e depois a Óbidos). Para mais informações acerca dos comboios e respetivos horários consulte o site www.cp.pt .

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📝 Nota Informativa:

Esta Fam Trip foi efetuado em Setembro de 2020 no âmbito de um convite da Liga para a Proteção da Natureza (LPN) ao Blogue OLIRAF para dar a conhecer as potencialidades turísticas da Lagoa de Óbidos, aliada à proteção da natureza, com diversos agentes turísticos do concelho de Óbidos e das Caldas da Rainha, para promover o futuro Centro de Interpretação da Lagoa de Óbidos (CILO). Agradecemos a todos a hospitalidade e o dia bem passado que nos foi proporcionado. Este artigo não seria possível sem o apoio da Região Centro de Portugal – Delegação do Oeste, na pessoa da incansável Dr.ª Ilda da Cruz Figueiredo, que nos desafiou a conhecer a região Oeste e trazer para o nosso blogue um conteúdo diferenciador para os nossos leitores! Durante a elaboração deste artigo não houve qualquer interferência na nossa política editorial. Todas as recomendações refletem unicamente a opinião do Blogue OLIRAF.

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✒Texto: Rafael Oliveira  ðŸ“· Fotografia: Oliraf Fotografia 

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FOTOGRAFIA✈︎VIAGENS✈︎PORTUGAL © OLIRAF (2022)

 CONTACT: OLIRAF89@GMAIL.COM

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