Projecto (s) Fotográfico (s)

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OLIRAF tem em curso vários projectos de fotografia das mais variadas temáticas, tais como, a fotografia de viagem, paisagem e de património histórico-militar. Irei, assim, apresentar diversas “aventuras” sobre os temas acima mencionadas, tendo como fio condutor as fontes historiográficas (bibliográficas e documentais) e a fotografia documental e de viagem sobre os locais que irei percorrer. Pretendo partilhar uma visão pessoal da outrora essência dos mesmos, tanto ao nível das pessoas, património e paisagens.

How many countries I have been to. Visited Countries Map Maker
Países visitados até Dezembro 2016: Alemanha, Espanha, França e Marrocos.

Eis alguns dos projecto (s) fotográfico (s) em curso:

FotografiadoProduto (Provas Positivas monocromáticas 13x18 cm)

1) ” Abandonados” do Ex-Regimento de Artilharia de Costa – RAC.

O objecto de estudo/documental que vos trago aqui são as ruínas do extinto Regimento de Artilharia de Costa (RAC), designadamente, as unidades militares da 7ªBataria de Outão (Arrábida), a 5ªBataria da Raposeira (Trafaria) e a 2ªBataria da Parede (Cascais).

Pedaços de História esquecidos no tempo…que a sociedade entregou à obsolência.

Longe dos grandes centro metropolitanos, descansam hoje vários edifícios que outrora se afirmaram como verdadeiros pontos decisivos para o desenvolvimento do país. Um descanso tantas vezes ingrato e esquecido.
É necessário novos tempos para estes velhos lugares. O objectivo das minahs fotos pretendem devolver a vida e notoriedade a estes edifícios prostrados e velhos entre as mais diversas paisagens do Portugal Profundo.

O Regimento de Artilharia de Costa (RAC) foi criada pelas Forças Armadas Portuguesas, após a 2ªGuerra Mundial, através do Plano luso-britânico – o Plano Barron (1939) -, onde o objectivo era criar uma força especializada em impedir o desembarque de uma força convencional apoiadas por unidades navais, nas imediações dos estuários do Tejo e do Sado. As construções decorreram entre 1944 e 1958, estando operacionais corria o ano 1958. Estiveram ao serviço da Nação, sensivelmente, cinquenta anos. Era constituído por um posto de comando, 8 Batarias com 36 peças de artilharia (Krupp e Vickers) de diversos calibres (150, 152 e 234mm) com alcance considerável para a época.

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2) Património de Origem Portuguesa no Mundo.

O inventário do património de origem portuguesa no mundo, através da fotografia documental,  é um dos projectos que quero realizar futuramente. Marrocos foi o primeiro em 2015.  Como aprendiz de Clio, recordar o património construído pelos portugueses “serve de estímulo” para futuras viagens, tendo como objectivo documentar a arquitectura religiosa e militar em três continentes: África (Marrocos, Cabo Verde, Moçambique, e Angola), Ásia (Goa, Bombaim, Diu, Macau, Ceilão, Macau e Japão) e América do Sul (Brasil e Uruguai). É reconhecer o valor universal dos precursores da globalização: os portugueses.

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3) Arquitectura Militar em Portugal (Fortes, Castelos e Fortalezas).

Um Álbum Fotográfico da autoria de OLIRAF,sobre os diversos roteiros para conhecer o património edificado português (Arquitectura Militar), numa abordagem em que se procura a dupla perspetiva da divulgação do seu passado histórico e da sua importância no Portugal dos nossos dias. Olhares Fotográficos sobre o espaço e o tempo, reflexão sobre a memória e o conhecimento, através da fotografia de viagem e documental.

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4) Itinerâncias por Portugal Continental e Arquipélagos dos Açores e da Madeira.

Este Álbum surge na sequência das minhas viagens pela superfície da terra portuguesa. São fotografias, por um lado enquanto objecto documental, que registam um espaço num tempo cronológico definido que é o nosso. Procuro captar a essência e sentidos dos objectos fotografados, o espírito do lugar, tendo como objectivo final, a sua representação e alertar para uma consciência da preservação cultural do nosso património.

A beleza da diversidade da paisagem natural e urbana portuguesa, mas também o modo como as populações locais interagem com o seu meio ambiente, constituem o núcleo fulcral deste Álbum. Procuro uma maior transversalidade temporal (Histórica) e geográfica possíveis.

Nenhuma descrição de foto disponível.

5)Turismo ferroviário: experiências e cultura ferroviária

‘«Pouca terra, pouca terra, u-uuu!»’ é uma onomatopeia para descrever a nostalgia romântica do ato de viajar de comboio. O Turismo e caminhos-de-ferro são um novo produto turístico a [ainda] a explorar no nosso país. São dois meios indissociáveis. Afinal, as primeiras viagens – massificadas  – começaram com as excursões locais de Thomas Cook de comboio [em Inglaterra] na primeira metade do séc. XIX. Trata-se de uma forma diferente de descobrir o interior de Portugal Continental, ao ritmo das viagens de comboio. De facto, viajar de comboio é uma das melhores formas e experiências de conhecer o mundo. E a uma velocidade mais humana, mais compatível com a paisagem que se vê da janela, com a conversa com quem passa ou se senta ao lado, com a sensação de que o tempo avança mais devagar. Em tempos idos, a locomotiva a vapor era um símbolo do progresso industrial, humano e tecnológico. Na literatura portuguesa e mundial podemos encontrar o comboio nas páginas de escritores como, Aghata Christie, Eça de Queiroz, Paul Theroux, entre muitos outros. Não esquecendo as “Inesquecíveis Viagens de Comboio”, uma série documental de viagens do francês Philippe Gougler! Iremos partilhar inúmeras experiências e viagens únicas que podemos realizar de Comboio em Portugal Continental (e no estrangeiro). Vamos explorar as linhas férreas centenárias, Estações, Apeadeiros, Túneis, Obras de arte que fazem, e fizeram, a História do Caminho-de-ferro no nosso país. E dar a conhecer Museus e Locomotivas com carruagens históricas voltam à vida, após terem sido alvo de restauro. Há um Portugal Ferroviário desconhecido à nossa espera! Dos icónicos comboios a vapor – Douro e Vouguinha – aos urbanos do nosso quotidiano, iremos partilhar muitas experiências em comboios e linhas ferroviárias ao sabor das crónicas de viagens e de imagens. O Turismo Ferroviário deve ser visto como um produto estratégico para o território nacional, particularmente, para os territórios de baixa densidade. Afinal, o transporte ferroviário tem estilo e nostalgia. Queremos que o comboio seja um meio de levar as pessoas a descobrir o País!

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«A minha Perspectiva, através da Objectiva»

All works ©Rafael Oliveira (OLIRAF)

2 thoughts on “Projecto (s) Fotográfico (s)

  1. Venho acompanhando os teus trabalhos e quero sempre mais, porquê? Pela qualidade da fotos e das suas histórias, como se diz, uma foto diz mais que mil palavras. Leva-nos a querer conhecer mais do que conhecemos e ainda mais do que desconhecemos, obrigado por podermos viajar através das tuas fotos. Tenho a certeza que tens a dedicação, prazer e amor nas fotos que fazes, apesar do muito trabalho tens pela frente, terás seguramente sucesso, Obrigado Rafael

    1. Caro José Esteves,

      Venho,por este meio, agradecer-lhe a simpatia e o incentivo pelas suas palavras. Já dizia Lewis Hine «Se eu pudesse contar uma história com palavras, não precisaria de andar com uma câmera».

      Atentamente,

      Rafael Oliveira

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